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Com estrutura fragmentada e experimental, Bang Bang constitui-se como um marco do Cinema Marginal brasileiro. A obra mescla situações aparentemente desconexas, como perseguições

FICHA E SINOPSES DAS PRODUÇÕES
-Diário de uma busca
de Flavia Castro (documentário, 105 min, Rio de Janeiro, 2010)
Classificação indicativa: 10 – Drogas lícitas, linguagem imprópria
Sinopse: Fragmentos de memória são reconstruídos neste filme-diário sobre a infância da diretora Flavia Castro, filha de militantes de esquerda nas décadas de 1960 e 1970. Entre cenários do exílio familiar e cartas marcadas por ausência e saudade, a realizadora resgata momentos que lhe foram roubados pela morte, sem explicações, de seu pai, Celso, e reconstrói a história de sua família durante o período da ditadura.
-Bang Bang
de Andrea Tonacci (comédia, 80 min, São Paulo, 1971)
Classificação indicativa: 12 – Conteúdo sexual, drogas lícitas, nudez e violência
Sinopse: Taxista e passageiro se desentendem durante uma corrida pela cidade. Nas ruínas de um ferro-velho, um trio grotesco de bandidos dá tiros a esmo. Um homem anda sozinho por uma metrópole vazia, enquanto uma perseguição digna de filme policial vai se construindo na cabeça do espectador. A partir dessas personagens e situações, Andrea Tonacci criou um marco do cinema moderno brasileiro.
-Serras da desordem
de Andrea Tonacci (documentário, 135 min, Distrito Federal, 2006)
Classificação indicativa: 10 – Nudez
Sinopse: Em 1977, Carapirú, um indígena nômade, consegue escapar de um atentado em que toda a sua família é morta. Ele perambula pelas serras do Brasil central até ser encontrado dez anos depois, a 2000 quilômetros de seu ponto de partida. Levado para Brasília pelo sertanista Sydney Possuelo, Carapirú
-Território do brincar
de Cesar Cabral (documentário, 90 min, São Paulo, 2015)
Classificação indicativa: livre
Sinopse: Durante dois anos, documentaristas viajaram pelo Brasil e registraram brincadeiras de diversas regiões brasileiras. Diferentes realidades formam uma só história, construída com gestos sutis e serenos, que revelam a importância do brincar e como ele se manifesta em suas múltiplas possibilidades de existir.
-Waapa
de David Reeks, Paula Mendonça e Renata Meirelles (documentário, 20 min, Mato Grosso, 2017)
Classificação indicativa: AL – Violência, nudez
Sinopse: No Parque Indígena do Xingu (MT), o povo Yudja encontra na riqueza de sua cultura o rezo pela criança e por sua vida, contemplando alma e infância em uma só essência. A relação espiritual entre nascer, brincar e viver é registrada com sensibilidade neste documentário, que acompanha práticas e vivências regadas à sabedoria ancestral.
Com legendas descritivas.
-Terreiros do brincar
de David Reeks e Renata Meirelles (documentário, 51 min, São Paulo, 2017)
Classificação indicativa: A10 – Violência, temas sensíveis, nudez
Sinopse: Grupos de manifestações populares de quatro estados brasileiros se reunem para compartilhar suas visões sobre o que é “ritualizar a vida”. Com a presença de crianças em todas as comemorações, a relação social estabelecida nestes ambientes é explorada de maneira leve e sensível, e o tempo da infância é celebrado em um ritmo único e sagrado.
Com legendas descritivas.
-Gildo
de Cesar Cabral (animação, São Paulo, 2024)
Classificação indicativa: livre
Sinopse: Baseada na aclamada série de livros infantis de Silvana Rando, esta série de animação acompanha uma turminha inseparável que embarca nas mais diversas aventuras. Para o elefante Gildo, o pássaro Paulo e a estilosa barata Socorro, sempre há uma descoberta por vir. Não há limites para a imaginação quando, ao brincar, tudo é possível.



