Estar próxima da comunidade corredora sempre foi parte da estratégia da Olympikus. Seja no desenvolvimento de produtos, na criação de eventos ou conteúdos, a marca brasileira vem consolidando nos últimos anos uma forma de atuar baseada em escuta, presença e cocriação com quem faz a corrida acontecer todos os dias. Foi dessa lógica que nasceu o projeto “50 anos, 50 corridas”, iniciativa pensada como uma forma de celebrar o aniversário da marca ao lado de quem ajudou a construir sua trajetória: os corredores brasileiros. Agora, depois de um ano rodando o país, essa travessia ganha um novo capítulo na forma de um documentário repleto de registros emocionantes, histórias e personagens que fizeram parte da jornada. Produzido pela Na Buena Onda e narrado pelo comunicador pernambucano Caio Braz, o documentário foi ao ar no canal da Olympikus no YouTube no dia 03/07.

Ao longo de um ano, a Olympikus percorreu as cinco regiões do país, passando por 18 estados e 29 cidades, e acompanhou de perto mais de 300 mil corredores em provas de rua de todas as distâncias, trilhas e treinos que, juntos, somaram 2.300 quilômetros percorridos. Foram corridas em rua, estrada, trilha, praia, mata e montanha — teve prova dentro de mercado público, no meio de um sambódromo e até em ilhas. O que começou como uma celebração acabou se tornando também uma das maiores operações de escuta já realizadas pela marca; e é justamente esse material, coletado prova após prova, que ganha corpo no documentário. Mais do que apenas patrocinar eventos, a Olympikus passou um ano observando comportamentos, ouvindo corredores, acompanhando organizadores e convivendo com comunidades locais. E saiu da jornada com uma conclusão clara: não existe uma corrida brasileira. Existem várias.

“Quando desenhamos o projeto, partimos de uma percepção que já aparecia na pesquisa Por Dentro do Corre: o brasileiro não corre de um único jeito. O que descobrimos ao longo dessa jornada é que essa diversidade é ainda maior do que imaginávamos. Existem diferentes motivações, diferentes culturas e diferentes formas de se relacionar com o esporte convivendo ao mesmo tempo. Acreditamos que mergulhar nessa pluralidade e reconhecê-la de verdade é o primeiro passo para fortalecer a cultura da corrida no país e criar iniciativas que façam cada vez mais pessoas se sentirem parte desse movimento”, afirma Bianca Dallegrave, diretora-executiva de Marketing da Olympikus.
Se durante décadas boa parte das conversas sobre corrida esteve concentrada no eixo Rio-São Paulo, o projeto e o documentário mostram um cenário muito mais amplo. Em Roraima, a prova Tepequém Up levou os corredores ao ponto mais ao norte do país, com uma subida tão íngreme que virou um dos momentos mais marcantes da jornada. Em Santarém, no Pará, a corrida cresce impulsionada por grupos locais que transformam a prática em eventos comunitários, além de ser diretamente influenciada pelo clima — o calor é tão intenso que a corrida precisa acontecer à noite. Em Salvador, comunidades utilizam o esporte como ferramenta de ocupação de território e fortalecimento de identidade, e a Maratona Salvador, ao lado do grupo de corrida SBN Running, revelou como o espírito festivo da cidade atravessa também a corrida.
No Rio Grande do Sul, crews reúnem milhares de pessoas em encontros que misturam atividade física, cultura e pertencimento, enquanto no Centro-Oeste a forte presença de provas em meio à natureza reforçou a busca por aventura e conexão com a paisagem. E em todas as cidades turísticas, a corrida se conecta à experiência de explorar paisagens e destinos.
Em comum, todas essas iniciativas demonstram que a cultura da corrida brasileira está se desenvolvendo de forma descentralizada. “Uma das maiores lições foi perceber que inovação nem sempre nasce nos grandes centros. Muitas das conversas mais interessantes sobre corrida, comunidade e experiência estavam acontecendo em cidades que tradicionalmente não aparecem no radar do mercado. Quando você se dispõe a olhar para o Brasil inteiro, percebe que existem muitos pólos criativos ajudando a construir o futuro do esporte”, afirma Bianca.
Outro aprendizado importante veio da convivência com corredores de perfis muito diferentes. Ao longo das 50 corridas, a marca encontrou atletas em busca de índices e recordes, corredores iniciantes participando da primeira prova, grupos que usam a corrida como ferramenta de saúde mental, comunidades construídas em torno de amizade e pertencimento e praticantes que enxergam as provas como uma forma de conhecer novos lugares. Foram registradas histórias de superação como a de Paulo César Silva Oliveira, que correu em Roraima para honrar a memória do filho que perdeu; a de Jeferson Dias e Tais Damásio, que atravessaram a Chapada Diamantina em uma ultramaratona; a de Luana Correa, corredora que cruzou a linha de chegada da Maratona de Porto Alegre na última colocação, sem nunca cogitar desistir; e de Marcio Rosa, que percorreu sozinho 100 quilômetros na Volta ao Lago, em Brasília. A coexistência dessas motivações já aparecia nos dados da pesquisa Por Dentro do Corre, mas ganhou profundidade quando observada na prática.
Para Bianca, “A corrida continua sendo um espaço de performance e superação. Mas ela também se tornou um espaço de socialização, autocuidado, turismo, identidade e comunidade. O que vimos é que essas narrativas não competem entre si. Elas coexistem. Muitas vezes a mesma pessoa transita entre todas elas ao longo da sua jornada.” Essa multiplicidade levou a Olympikus a estruturar o projeto em quatro territórios comportamentais — Para Se Desafiar, Para Se Divertir, Para Se Engajar e Para Correr com os Olhos — uma forma de organizar diferentes relações com o esporte sem reduzir a complexidade do corredor brasileiro.

O minidocumentário “Brasil, País do Corre”
Produzido pela Na Buena Onda e narrado pelo comunicador pernambucano Caio Braz, o documentário “Brasil, País do Corre” é o desfecho natural dessa jornada: acompanha a travessia da Olympikus pelas cinco regiões do país, registrando provas, treinos, comunidades e personagens que ajudam a contar as múltiplas formas de correr que existem no Brasil.
Agora, o projeto passa a funcionar como um novo ponto de partida. “Os 50 anos foram uma celebração da nossa história, mas também um exercício de escuta para construir o futuro. O maior legado dessa jornada é a certeza de que relevância não se constrói apenas falando com os corredores. Ela se constrói correndo junto com eles. Quanto mais a gente conhece as diferentes formas de correr que existem no Brasil, mais preparados estamos para criar produtos, experiências e histórias que façam sentido para quem está nas ruas todos os dias”, conclui Bianca.
Sobre a Olympikus – A Olympikus é a maior marca esportiva do Brasil e, desde 1975, vem construindo uma longa relação com o esporte brasileiro, por meio de ações sólidas e duradouras. A marca acredita e investe no esporte, buscando inovação e alta performance, por meio do seu Centro de Desenvolvimento e Tecnologia. Hoje está presente em toda a América do Sul e em mais de 12 mil pontos de venda no Brasil.
Sobre a Vulcabras – A Vulcabras (VULC3) é uma empresa 100% brasileira que, após 72 anos de história, marca sua presença no mercado como uma Sportech global, aliando esporte e tecnologia para alcançar a alta performance no esporte. Além de desenvolver soluções tecnológicas disruptivas, a empresa é a maior gestora de marcas de artigos esportivos do País e maior produtora de calçados esportivos do Brasil, tendo em seu portfólio as marcas Mizuno, Olympikus e Under Armour. Fundada em 1952 com sede em Jundiaí (SP), possui mais de 20 mil colaboradores divididos em cinco unidades: nas duas plantas fabris localizadas em Horizonte (CE) e Itapetinga (BA); no centro administrativo em Jundiaí (SP), no Centro de Distribuição em Extrema (MG) e no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento localizado em Parobé (RS). No exterior, a Vulcabras marca presença em mais de 20 países, com atuação robusta principalmente na América Latina, onde conta com 46 lojas exclusivas no Peru e Chile. Suas marcas levam tecnologia e inovação para todo perfil de atleta, de todos os locais, de todos os bolsos, e de todas as performances. Prazer, nós somos a Vulcabras, e vivemos para o esporte.



