Há lugares que desafiam qualquer tentativa de traduzir a experiência em palavras. Auschwitz é um deles. Quase oito décadas após o fim da Segunda Guerra Mundial, o antigo campo de concentração e extermínio nazista permanece como um dos símbolos mais contundentes da perseguição sistemática e do assassinato de milhões de pessoas durante o Holocausto.
É a partir de uma visita que Tiago Di Tullio Freitas compartilha um registro em formato de microdocumentário, transformando uma experiência pessoal em uma reflexão sobre memória, intolerância e dignidade humana.
Preservar essa memória é honrar as vítimas, mas também reconhecer as contradições do presente. Lembrar o que aconteceu significa questionar atitudes e discursos que ainda podem abrir espaço para a exclusão e a desumanização. Afinal, condenar as atrocidades do passado exige atenção às formas de intolerância que persistem na sociedade.
Ao compartilhar sua experiência em Auschwitz, Tiago Di Tullio Freitas convida o público a transformar a memória do Holocausto em responsabilidade no presente, e fica a pergunta: quando defendemos o amor e os direitos humanos, nossas atitudes incluem também quem pensa, acredita ou vive de maneira diferente?
Sobre Tiago Di Tullio Freitas
Jornalista com 20 anos de atuação em reportagem, produção, edição e coordenação de jornal impresso, televisão, veículos on-line e assessoria de imprensa; graduado em jornalismo (PUC-Campinas, 2006); pós-graduado em Gestão e Produção em Jornalismo (PUC-Campinas, 2012); pós-graduado em Cinema e Produção Audiovisual (Universidade Estácio, 2026); Crítico de Cinema e Séries (Cásper Líbero, 2022); roteirista profissional (EBAC, 2027); colunista de cinema na rádio CBN Campinas; editor do site Filmes Com Batata; produtor de conteúdo para as redes sociais (Instagram, TikTok, YouTube, Threads) do Filmes Com Batata.



