É a voz de Elza Soares quem conta a própria história em ELZA, novo documentário dirigido por Eryk Rocha. O trailer, inédito, antecipa o tom do longa-metragem: inteiramente narrado na primeira pessoa. Com estreia prevista para os cinemas brasileiros ainda em 2026, o filme revisita a trajetória de uma das maiores artistas da música brasileira a partir de imagens inéditas, arquivos raros e conversas realizadas entre a cantora e o diretor ao longo de oito anos de filmagens.
Elza revisita momentos marcantes de sua trajetória, revelando, com sua voz marcante, as diferentes fases de uma vida que atravessa quase um século e suas quase sete décadas dedicadas à música. O documentário parte da artista consagrada para chegar também à mulher por trás do ícone, acompanhando suas transformações, desafios, perdas, conquistas e reinvenções.
A voz de Elza Soares é elemento central de ELZA. Ao longo do processo de filmagem, Eryk Rocha acompanhou a cantora durante seus últimos anos de vida e registrou conversas que agora se somam a materiais de arquivo para construir um retrato íntimo e profundo de Elza Soares, tendo a música como fio condutor.
O documentário terá sua estreia mundial na Première Brasil do Festival do Rio, no próximo mês.
ELZA é uma produção da Aruac Filmes e Maria Farinha Filmes, com coprodução Globo Filmes e GloboNews. A distribuição é da Gullane+ e da Maria Farinha Filmes. O filme conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, por meio da Spcine, e Itaú Cultural e foi realizado com recursos do Governo Federal, por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), em articulação com o Sistema Nacional de Cultura, e com investimento do Fundo Setorial Audiovisual e apoio institucional do Ministério da Cultura e da ANCINE.
Sobre ELZA
Com sua voz radical, improvisação visceral e rouquidão inconfundível, Elza Soares criou uma linguagem única e atravessou gerações se reinventando como uma das maiores artistas do Brasil. No documentário que carrega seu nome, Elza é narradora de si mesma, tecendo um diário que une memórias, desejos e reflexões a partir da música, em confluência com filmes brasileiros históricos. Através de Elza e seu quase um século de vida, o filme revela a radiografia de um país em ebulição. A mulher do fim do mundo cantou até o fim.

Sobre Aruac Filmes
A ARUAC FILMES, fundada em 2002, uma produtora independente brasileira que atua em obras performáticas e cinematográficas com foco em narrativas autorais, decoloniais e indígenas. Reconhecida por excelência artística e compromisso com questões sociais urgentes, Aruac produz as obras de realizadores renomados como Eryk Rocha, Paula Gaitán e Gabriela Carneiro da Cunha.
Com uma longa e consistente atuação no mercado audiovisual, teve seus filmes distribuídos comercialmente em cinemas do Brasil e outros países. Além dos principais festivais de cinema do Brasil, teve seus filmes selecionados em festivais internacionais de grande importância, como Cannes, Berlinale, Veneza, Telluride, IDFA e Rotterdam, Sundance, BAFICI, Locarno, New Directors/New Movies, MoMA, e Tribeca, Guadalajara, CPH:DOX, Havana, DMZ Docs, Doc NY e recebeu mais de 200 prêmios ao longo dessa trajetória, entre eles o prêmio de “L’oeil d’Or” de melhor documentário no Festival de Cannes com o filme “CINEMA NOVO” (2016).
Em 2024, a “A Queda do Céu” teve sua estreia mundial em Cannes na Quinzaine dos Realizadores – uma coprodução com França e Itália’, filme baseado na obra literária homônima do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa, e do antropólogo francês Bruce Albert e com direção de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. O filme circulou mundialmente recebendo mais de 30 prêmios internacionais.
Em produção para TV, já realizou séries e programas em parceria com o Canal Brasil, Canal Curta!, GloboNews, TV SESC e CineBrasil TV. Seus filmes também estão presentes nas principais plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video, Dafilms e GloboPlay.
Sobre Maria Farinha Filmes
A Maria Farinha Filmes é uma empresa líder em entretenimento de impacto na América Latina, focada em criar histórias inspiradoras que emocionam e engajam grandes audiências. Com mais de 50 produções e 18 anos de experiência, a produtora com sede no Brasil, se destaca por produções aclamadas, como a série “Aruanas” (Globo), vista por 35 milhões de pessoas por episódio, e a franquia de documentários “O Começo da Vida 1 e 2″ (lançada globalmente no Netflix), que desencadeou um movimento envolvendo mais de 100 parceiros ao redor do mundo, juntando organizações e marcas.
Em 2024, a Maria Farinha Filmes expandiu sua atuação global com a criação da MFF & CO, um estúdio internacional de entretenimento com sede em Los Angeles. Miura Kite, ex-Participant Media, atua como Presidente de Conteúdo Global da MFF & CO. No mesmo ano, a MFF & CO adquiriu uma participação na Violet Films, produtora sediada em Londres e quatro vezes indicada ao Oscar®, fundada pela cineasta vencedora do Oscar® Joanna Natasegara.
Sobre Gullane+
Gullane+ é uma distribuidora de obras audiovisuais independentes, que faz parte do grupo Gullane e é liderada por Debora Ivanov.
Os filmes distribuídos pela Gullane+ primam pela qualidade, pelo impacto social e cultural, e representam o melhor do cinema nacional.
A empresa tem um objetivo bem claro e inédito no mercado: promover o nosso cinema no Brasil e no mundo, apostando em inovação nos processos e experiências de lançamento e comercialização.
Seu catálogo tem mais de 40 títulos, incluindo filmes lançados em salas de cinema, conteúdos exibidos em canais de TV e plataformas de streaming, em mais de 70 países.
Dentre as obras em destaque estão filmes como “Que horas ela volta” de Anna Muylaert, “O Bicho de Sete cabeças” de Laís Bodanzky, “O Rio do Desejo” de Sérgio Machado, “A última Floresta” de Luiz Bolognesi, “Motel Destino” de Karin Ainoüz, “Milton Bituca Nascimento” de Flávia Moraes, “3 Obás de Xangô” de Sérgio Machado e “A Queda do Céu” de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha.
Paralelamente vem investindo na distribuição e restauro de obras clássicas do cinema nacional, como “Iracema: uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky, “Um céu de estrelas” de Tata Amaral e “Castelo Rá-tim-bum” de Cao Hamburger.
Sobre Coproduções Globo Filmes e GloboNews
Globo Filmes e GloboNews assinam juntas a coprodução de mais de 100 documentários. São projetos artisticamente contundentes, diversos, atuais e que geram debates essenciais pra sociedade brasileira. Com linguagens e olhares que atravessam tempos e fronteiras, a parceria já alcançou mais de 15 milhões de pessoas em audiência e esteve em mais de 300 festivais no Brasil e no mundo, como Cannes, Hot Docs e IDFA, maior festival de docs do mundo. E ganhou prêmios em Veneza, na Berlinale e no É Tudo Verdade (ÉTV), maior festival de documentários do Brasil, que habilita o filme para o Oscar.
Alguns destaques: “Sinfonia de um homem comum”, de José Joffily (único brasileiro na mostra Frontlight do IDFA 2022, exibido no Hot Docs e Menção Honrosa do ÉTV 2022); “Marinheiro das Montanhas”, Karim Aïnouz (aplaudido de pé por 15 minutos no Festival de Cannes 2021); “Espero tua (Re)volta”, de Eliza Capai (vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim 2019); “Menino 23”, de Belisário Franca (pré-lista do Oscar 2017); “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Bárbara Paz (Melhor Documentário sobre cinema da Venice Classics no Festival de Veneza 2019); “Libelu – Abaixo a Ditadura”, de Diógenes Muniz (vencedor ÉTV 2020); “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil (vencedor do ÉTV 2019).



