
Análises e Dicas #1111 – Apartamento 7A (Apartment 7A)
– Sinopse: Em meados dos anos 1960, após torcer o tornozelo durante um ensaio e passar dificuldades financeiras, uma dançarina em busca de sucesso é amparada por um casal de idosos e passa a morar em um apartamento vizinho ao deles. O prédio, mal sabia, era cercado de mistérios. Original @paramountplusbr.
– Análise: A moda dos prequels, ou prelúdios, se preferirem, atingiu um dos maiores clássicos da história dos filmes de suspense/terr0r: “O Bebê de Rosemary” (1968). Durante a produção, assinada por Roman Polanski, o nome de uma vizinha do casal original (Mia Farrow e John Cassavetes) é citado para situar o espectador de que algo di@ból1co acontecia no prédio. E, aqui, conhecemos a história dela: Terry Gionoffrio. Embora haja uma ótima ambientação, fiel aos anos 1960 em design de produção e figurinos, além de uma atuação bem cheia de camadas da protagonista (@juliagarnerofficial), apoiada pelo clima de suspense, o enredo não consegue avançar em relação ao original. É praticamente a mesma trama, mas com atores diferentes e alguns personagens repetidos, outro novos. O roteiro exagera em diálogos expositivos, provando que não confia em si próprio, desembocando em uma meia hora final extremamente confusa. A aposta em uma solução rápida, e não enredada de forma coerente, com cenários aleatórios e atitudes exageradas, alcançam um clímax, infelizmente, previsível. Não é péssimo, mas é mais do mesmo.
Rosemary teve o bebê, mas a vizinha do andar de baixo guardava uma história que ninguém contou. Você é fã de prequels que expandem clássicos do terror ou acha que alguns mistérios deveriam permanecer intocados? Conta pra gente nos comentários!
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