Cena de ‘O Carnaval é de Pelé’ (Foto: Reprodução/ Divulgação/ Casa das Caiporas)
O 18º In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical chega à Itaú Cultural Play (IC Play) em 19 de junho, dia do Cinema Brasileiro e data em que a plataforma de streaming gratuita dedicada à produção audiovisual nacional completa cinco anos. Com um recorte curatorial de cinco títulos dedicados à música e à cultura brasileira, os filmes apresentam trajetórias de artistas, grupos musicais e personagens que ajudam a contar diferentes histórias do país por meio da música e das tradições populares. Permanecem disponíveis até dia 3 de julho.
Entre longas e curtas-metragens, os filmes são O cravista (RJ, 2025), de Luiz Eduardo Ozório; Canto da gente: um filme sobre Os Tápes, de Matheus Borges (RS, 2025); Não quero ser capeta, não (MG, 2025), de Duna Dias e Leonardo Augusto; O carnaval é de Pelé, (AL, 2025) de Daniele Leite e Lucas Santos; e Uma orquestra no contrabaixo (RJ, 2025), de Sergio Sbragia. Realizado presencialmente entre os dias 17 e 28 de junho, em São Paulo, o festival é reconhecido por reunir produções voltadas ao universo musical em suas mais diversas expressões.
O acesso à Itaú Cultural Play é gratuito, disponível em www.itauculturalplay.com.br, nas smart TVs da Samsung, LG, Android TV e Apple TV, nos aplicativos para dispositivos móveis (Android e iOS) e Chromecast. O conteúdo da IC Play também está disponível nas plataformas Claro TV+, SKY+ e Watch Brasil.
Em cinco anos de atividade, a Itaú Cultural Play já disponibilizou 1.863 produções e mantém atualmente um catálogo com 559 títulos. Ao longo desse período, a IC Play também ampliou sua rede de parcerias, somando 29 festivais de cinema e alcançando produções de todos os estados brasileiros. Atualmente, a plataforma oferece ao público 21 mostras em cartaz, reafirmando seu compromisso com a difusão, preservação e valorização da diversidade do audiovisual nacional.
Os filmes
O cravista acompanha o maestro e cravista Roberto De Regina às vésperas de completar um século de vida. Ao revisitar as memórias mais profundas de sua trajetória, ele reflete sobre sua história pessoal, artística e musical.
Em Canto da gente: um filme sobre Os Tápes, o diretor reconstrói a trajetória do grupo Os Tápes, fundado em 1971 na cidade gaúcha de Tapes. Por meio dos relatos de integrantes e colaboradores, o documentário revisita a história da banda, que deu voz a trabalhadores rurais, povos indígenas e populações negras, além de destacar o seu legado cultural.
Misturando documentário e ficção, Não quero ser capeta, não resgata a lenda do Capeta do Vilarinho, personagem que frequentava os bailes das Quadras do Vilarinho, na periferia de Belo Horizonte, tornando-se parte do imaginário popular da região.
O carnaval é de Pelé, por sua vez, acompanha as lembranças de Pelé, enfermeiro aposentado que relembra sua trajetória como Mateus do centenário grupo Boi Tira-Teima, compartilhando histórias, tradições e vivências ligadas à cultura popular do interior de Alagoas.
Por fim, em Uma orquestra no contrabaixo, o diretor do filme parte de uma descoberta feita após a morte de seu pai: dentro de um contrabaixo estavam as assinaturas dos músicos da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro registradas em 1964. A partir desse achado, o filme acompanha uma investigação sobre memória, música e legado familiar.
FICHA E SINOPSES DOS FILMES
O cravista
de Luiz Eduardo Ozório (documentário, 104 min, Rio de Janeiro, 2025)
Classificação indicativa: A10 – Violência, drogas lícitas
Sinopse: Às vésperas de completar um século de vida, o maestro e cravista Roberto De Regina revisita as memórias mais profundas de sua trajetória, refletindo sobre sua história pessoal, artística e musical.
Canto da gente: um filme sobre Os Tápes
de Matheus Borges (documentário, 77 min, Rio Grande do Sul, 2025)
Classificação indicativa: A12 – Drogas lícitas, linguagem imprópria
Sinopse: Fundado em 1971 na cidade de Tapes (RS), o grupo Os Tápes marcou a música brasileira ao dar voz a trabalhadores rurais, povos indígenas e populações negras. Em plena ditadura militar, suas canções carregavam uma dimensão artística e política singular. O filme reconstrói a trajetória da banda por meio dos relatos de integrantes e colaboradores, revisitando seu legado cultural.
Não quero ser capeta, não
de Duna Dias e Leonardo Augusto (documentário, 30 min, Minas Gerais, 2025)
Classificação indicativa: A10 – Drogas lícitas, conteúdo sexual
Sinopse: Misturando documentário e ficção, o filme resgata a lenda do Capeta do Vilarinho, personagem misterioso que frequentava os bailes das Quadras do Vilarinho, na periferia de Belo Horizonte, tornando-se parte do imaginário popular da região.
O carnaval é de Pelé
de Daniele Leite e Lucas Santos (documentário, 21 min, Alagoas, 2025)
Classificação indicativa: AL
Sinopse: Pelé, enfermeiro aposentado, relembra sua trajetória como Mateus do centenário grupo Boi Tira-Teima, compartilhando histórias, tradições e vivências ligadas à cultura popular do interior de Alagoas.
Uma orquestra no contrabaixo
de Sergio Sbragia (documentário, 25 min, Rio de Janeiro, 2025)
Classificação indicativa: não temos informação
Sinopse: Após a morte do pai, o cineasta Sergio Sbragia descobre um segredo guardado dentro de seu contrabaixo: as assinaturas dos músicos da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro registradas em 1964. A descoberta desencadeia uma investigação sobre memória, música e legado familiar.
SERVIÇO:
Estreia na Itaú Cultural Play
18º In-Edit Brasil — Festival Internacional do Documentário Musical
19 de junho

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