
A temporada 2025 dos Grupos Musicais do GURI está terminando. Em dezembro, acontecem os últimos concertos. Entre orquestras e bandas sinfônicas, cameratas, corais, big bands, grupos de choro, de percussão e de música instrumental brasileira, ao todo são 29 grupos mantidos pelo programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura.
Nesta sexta-feira(12), a Orquestra Sinfônica do GURI Jundiaí se apresenta no teatro do Sesc Jundiaí. O concerto acontece às 19h30 e a entrada é gratuita. O grupo musical tem o patrocínio da empresa Tauste Supermercados e a parceria da Prefeitura Municipal de Jundiaí.
Sob a regência do maestro convidado Paulo Galvão, a Orquestra interpreta a Abertura Brasília do compositor brasileiro Ney Rosauro, as famosas “Dança Russa” e “Valsa das Flores” do balé O Quebra-Nozes, de Pyotr Ilych Tchaikovsky, a Dança Húngara nº 5 de Johannes Brahms e Libertango, do argentino Astor Piazzolla. E para encerrar o concerto em clima festivo, a música Canta, canta, minha gente, de Martinho da Vila.
Serviço
Orquestra Sinfônica do GURI Jundiaí
12 de dezembro, sexta-feira, às 19h30
Sesc Jundiaí – Teatro
Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600, Jardim Botânico, Jundiaí, SP
Entrada gratuita
Orquestra Sinfônica do GURI Jundiaí
A orquestra sinfônica é a mais complexa formação instrumental da música ocidental. Em suas fileiras, ela combina naipes de diferentes famílias – cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), madeiras (flauta, clarinete, fagote e oboé), metais (trompa, trompete, tuba e trombone) e percussão. Sua forma, porém, é flexível, e pode mudar de acordo com o repertório. É comum que orquestras alterem sua formação ao longo de um concerto, atendendo a exigências de cada peça, podendo adicionar ou suprimir instrumentos ou até seções inteiras. A Orquestra Sinfônica do Guri de Jundiaí foi criada em 2012. Já tocou sob a regência de André Sanches, Jean Reis e Carlos Moreno. Entre as apresentações, destacam-se a abertura da Virada Cultural, em Jundiaí (2013); o concerto do Dia das Mães, com o solista Paulo Paschoal, da OSESP (2014); Festival de Música de Boituva, com Ná Ozzetti (2013); concerto com Leci Brandão, no Auditório Ibirapuera (2015) e participação no espetáculo ‘Lendas Amazônicas’. Em 2017, sob a regência de Felipe Sena, integrou o programa ‘Cartas Brasileiras’, da flautista Lea Freire, com Amilton Godoy, Fabio Peron e Vinicius Barros. Em 2021, na obra ‘A Suíte Aquática’, de Händel, tocou em espetáculo audiovisual com a cravista Isabel Kanji. Em 2022, foi regida pelas convidadas Fabrícia Medeiros e Alba Bonfim.
Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Diamante: CTG Brasil; Master: Bank of America; Instituto Ultra, Ultracargo e Ultragaz; Ipiranga; Tauste Supermercados e Toyota; Ouro: Arteris; Adufértil e Verzani & Sandrini; Prata: Itaú; Chiesi Farmacêutica; Smurfit Westrock; Novelis; BASF; WEG; Cipatex; Citrosuco; Capuani; Usina Santa Maria; Sicoob; Vitafor; Maza; Valgroup; Indústrias Colombo; Grupo Maringá; Bronze: Santos Brasil; e ACIF-Franca; Apoio Cultural: Frisokar; Ipiranga Agroindustrial; Mercedes-Benz; Paulispell; Tegma; Pirelli; Castelo Alimentos; Ibiúna Investimentos; Distribuidora de Alimentos Francisco Ikeda; e Instituto Center Norte, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.



